O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, lançou esta segunda-feira, em Pemba, província de Cabo Delgado, o Programa de Emprego, Coesão Social e Resiliência das Comunidades, denominado Moz-Community, avaliado em 250 milhões de dólares norte-americanos.
A iniciativa será implementada em 56 distritos de Cabo Delgado, Nampula e Niassa e tem como foco a criação de emprego, inclusão económica, reforço da coesão social e melhoria do acesso a infra-estruturas resilientes.
No acto de lançamento, Daniel Francisco Chapo afirmou que o programa constitui uma iniciativa estruturante para promover o desenvolvimento inclusivo e fortalecer a resiliência das comunidades, particularmente afectadas pelo terrorismo e por desastres naturais.
O Presidente destacou ainda que o Moz-Community pretende reforçar a confiança entre o Estado e as comunidades, criando oportunidades económicas para jovens e mulheres e reduzindo factores de vulnerabilidade que contribuem para a instabilidade no Norte do país.
Na ocasião, o Ministro da Planificação e Desenvolvimento, Salim Valá, destacou a importância da fase preparatória do Moz-Community, que decorreu durante seis meses, entre Outubro de 2025 e Abril de 2026. Segundo o governante, este período foi determinante para estruturar a implementação do programa e alinhar as intervenções com as principais necessidades das comunidades abrangidas.
Por sua vez, o Presidente da ADIN, Jacinto Loureiro, afirmou que o programa vai mobilizar recursos para promover a inclusão social e económica, criar oportunidades de emprego, reforçar a governação local e melhorar o acesso a infra-estruturas resilientes.
O lançamento do Moz-Community demonstra a importância das parcerias para responder aos grandes desafios nacionais. De um lado está o Governo de Moçambique, liderado pelo Presidente Daniel Chapo, definindo prioridades e criando condições para o desenvolvimento.
Do outro, o Banco Mundial, através do financiamento de 250 milhões de dólares, contribuindo para viabilizar uma das maiores intervenções recentes direccionadas ao desenvolvimento comunitário no Norte.
E, no terreno, a ADIN, responsável por transformar esta visão e estes recursos em programas e projectos que possam produzir impacto directo nas comunidades em estreita coordenação com os Governos provinciais, distritais e comunitárias.